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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A ESCOLHA DA PROFISSÃO

Raras são as pessoas que já sabem o que querem fazer da vida e que carreira e profissão seguir; a grande maioria dos estudantes convivem com a incerteza, chegando ao ponto de não ter idéia sobre qual carreira escolher já na época de inscrições para o vestibular ou qual o curso técnico fazer, quando a decisão é apenas em relação ao nível médio.

As vezes, determinados alunos que já estão convictos sobre que carreira seguir, muitas vezes mudam de opinião no meio do caminho, largam a faculdade e até o trabalho após de formado e enfrentam um outro vestibular para tentar outra carreira, não raramente, totalmente diferente da carreira anterior. Dúvidas cruéis.

São químicos que pretendem ser músicos, engenheiros que querem ser médicos, arquitetos que sonham trabalhar na área de informática e até médicos já conceituados que largam o bisturi para se tornarem contadores.

Fica aqui a pergunta. O que fazer para se escolher a profissão correta? A primeira vista chega-se a conclusão que não há fórmula mágica, mas algumas observações devem ser levadas em conta na hora em que o aluno vai em busca da profissão tão desejada.

Existem no mercado editorial diversos guias sobre orientação profissional com o intuíto der ajudar alunos indecisos na escolha da profissão. Há também profissionais especializados em orientação vocacional, que ajudará o candidato a escolha da profissão a ver diferentes aspectos que muitas vezes passam despercebidos ou esquecidos na hora de escolher a profissão ideal. Através destes profissionais muitos estudantes são ajudados a vencer seus medos e escolher a carreira com que você mais se identifca e tem mais chances de lhe satisfazer profissionalmente.

CARREIRA E VOCAÇÕES

Com o atual mercado de trabalho bastante diversificados, onde profissões que não existiam no passado, hoje, estão sendo exercidas de acordo com as exigências atuais. É muito importante que o pretenso candidato a escolha de uma profissão, saber quais são suas reais vocações. É sabido que com trabalho árduo e muita dedicação todos podem ser bem sucedidos, mas todos possuem vocações distintas que podem lhe ajudar na escolha da carreira. É bom procurar saber quais são as vocações ideais.

ENTRE O SONHO E A REALIDADE

Uma primordial pergunta que se deve fazer antes de qualquer escolha profissional é: “O que você espera de sua futura profissão?” Ser bem sucedido? Fazer o que gosta mesmo que ganhe pouco com isso? Viajar pelo mundo? Ganhar muito bem?
Existe um velho ditado que diz: "Quem não sabe para onde quer ir não chega a luar nenhum". Pegue um papel, escreva o que lhe motiva e veja quais carreiras mais se relacionam com suas características.

DE OLHO NO FUTURO

Na escolha da profissão o estudante deve enxergar além do horizonte. Enquanto a maioria dos candidatos pesquisa apenas o mercado atual e a possibilidade futura de mercado para a carreira que pretende seguir, há diversos outros fatores que devem ser analisados antes de tomar a decisão e que na grande maioria das vezes são esquecidos.

SÃO ELAS:

1 – O Mercado para a carreira que você pretende seguir está saturado no Brasil, mas pode estar em alta em outros países. Enquanto há muitas enfermeIras se formando no Brasil, países como os EUA e Canadá estão com um mercado carente de profissionais desta área. Se você estiver disposto a se especializar na língua e a se dedicar um pouco mais pode conseguir um bom emprego em outro país. Procure saber o que é necessário para exercer a profissão que você pretende seguir em outros países.

2 – Algumas profissões estão sempre se modificando, o engenheiro de hoje sem dúvida não é mais o mesmo engenheiro que entrava no mercado há 10 anos. Procure saber os caminhos que a profissão que você pretende seguir está tomando e veja o que é necessário para ser bem sucedido nela.

É bom ter sempre em mente que a chave do sucesso para qualquer carreira é ser feliz fazendo aquilo que se gosta, contudo, trabalho não é lazer e mais do que fazer o que se gosta é preciso ser bem remunerado para isso, para que através do trabalho o profissional possa futuramente suprir as necessidades básicas e possivelmente da família que ele constituir.

Fonte: Mundo Vestibular / Instituto Longhi



sexta-feira, 17 de outubro de 2008

NOVOS EMPREENDIMENTOS IMPULSIONAM QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL EM SUAPE


A estimativa de que serão gerados mais de 90 mil empregos diretos e indiretos com a implantação de novos empreendimentos em Suape levou a Comissão de Ciências, Tecnologia e Informática da Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe) a visitar o complexo, na ultima semana. O objetivo foi conhecer os investimentos que serão feitos nos próximos anos e definir uma política de qualificação profissional que possa atender a demanda futura da mão-de-obra que será empregada no local. Os professores de educação profissional dos centros técnicos federais também acompanharam a comissão.

Diante dessas informações, segundo a gestora do núcleo de centros tecnológicos do ITEP, Márcia Lira, serão criados cursos técnicos que atendam, exatamente, essa necessidade. “Por enquanto, estamos formando uma turma de profissionais educadores especialistas na implantação e formatação dos novos cursos”, antecipou. A qualificação fornecida atenderá não apenas aos futuros profissionais que atuarão em Suape, mas também os que irão trabalhar no interior do Estado.

A preocupação com a qualificação profissional não é à toa. Apenas no Complexo Industrial e Portuário de Suape, a estimativa é que sejam gerados mais de 90 mil empregos diretos e indiretos com o funcionamento dos novos empreendimentos. O Estaleiro Atlântico Sul, por exemplo, será responsável pela abertura de 5 mil novos postos diretos de trabalho e 25 mil indiretos. A Refinaria Abreu Lima aportará 15 mil trabalhadores na fase de construção e cerca de 1,5 mil na operação. Já na Petroquímica Suape (fábrica de PTA), a projeção é de 500 empregos diretos e 16,2 mil indiretos, enquanto que na Citepe (fábrica de Poy), 800 diretos e 26 mil indiretos.

Lira acredita que é importante entender a proposta de trabalho de Suape para poder desenvolver cursos de educação profissional e, conseqüentemente, contribuir de forma mais eficaz para o desenvolvimento econômico de Pernambuco. O curso dos gestores é uma parceria do Instituto Tecnológico de Pernambuco (ITEP) com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Estado (SECTMA). Os recursos são do Programa de Expansão da Educação Profissional do MEC, o Proep.

Fonte: Complexo Portuário de Suape


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segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Profissões do futuro estão nas áreas de tecnologia, meio ambiente e saúde

Ao mesmo tempo em que o desemprego atinge 15% da população nas principais capitais brasileiras, novos negócios estão surgindo e também novas profissões. Há cinco anos atrás, por exemplo, nem existia a palavra “blogueiro”; hoje tem muita gente faturando uma graninha com blogs na Internet – ou seja, surgiram novos profissionais.

O tipo de tecnologia evoluiu junto com a forma de se comunicar, então a nova tecnologia realmente abre um novo mercado de trabalho – e, portanto, novas oportunidades de trabalho. Até mesmo o moderno ramo da tecnologia da informação (TI) já evoluiu para o termo TIC – Tecnologia da Informação e da Comunicação.

Dentro do grupo de novas profissões estão os coordenadores de projetos, gerentes de terceirização, programadores visuais multimídia, engenheiros de rede e administradores de comunidades virtuais.

Trabalhar com meio ambiente também pode ser uma aposta promissora, ainda mais em regiões próximas de reservas naturais. Em Manaus, na Amazônia, a preocupação ambiental das empresas tem valorizado o trabalho de profissionais de diversas áreas que estão aptos a trabalhar com isso.

Numa fábrica de motocicletas da cidade, por exemplo, parte da água utilizada é reaproveitada na própria empresa. O profissional com formação em meio ambiente hoje é mais valorizado do que antes. Nessa empresa, são aproveitadas diversas pessoas com experiência fabril que tiveram treinamento específico em gestão ambiental.

Segundo os especialistas, na área da saúde as pessoas irão consumir e procurar serviços como nunca se viu na história da humanidade. E não é só o médico que terá mercado, muitos técnicos de nível médio vão poder atender a demanda por massagem, terapia, biodança – enfim, mil formas de o indivíduo se cuidar melhor.

Atualizar-se sempre, e fazer cursos de especialização: como as tecnologias estão mudando rápido, o que se aprendeu há dois ou três anos pode estar diferente hoje.
Não é uma boa idéia ficar preso apenas em uma determinada área: é preciso ler, informar-se e estudar sobre a maior quantidade de assuntos possível.

Nada de ficar esperando que o mercado ofereça novas oportunidades que correspondam ao perfil de cada um: hoje, é o trabalhador que deve se adaptar com rapidez ao mercado de trabalho.





Veja diferença entre curso tecnólogo e técnico, que marcam início da carreira

No começo da carreira, o profissional com formação técnica tem um leque maior de oportunidades. A gerente de marketing da ETEP Faculdades, de São José dos Campos - SP, Helen Toyama, explica que o curso técnico é profissionalizante, pois, com foco na prática, propicia a rápida inserção no mercado de trabalho.

A coordenadora do ETEP Carreiras, Andréia Oliveira, lembra que, apesar do curso técnico garantir a qualificação do aluno, de forma apropriada às demandas das empresas, as atividades exercidas por pessoas com formação técnica ainda são operacionais.

"O curso técnico constitui uma ótima opção para se inserir no mercado de trabalho, mas quem deseja um dia ocupar cargos de gerência pode procurar especialização. Com uma bagagem e uma formação técnica, é possível entrar para a faculdade já focando em uma área específica do ramo escolhido", diz Andréia.

Técnico versus tecnólogo

Muitos confundem os cursos técnicos com os tecnólogos, ou acreditam que os tecnólogos são voltados para a tecnologia. De acordo com Helen, o curso técnico tem duração de um ano e meio, no mínimo, mas a média de duração é dois anos. Já os tecnólogos dão título de curso superior, com duração entre dois anos e três anos e meio.

"Nos cursos tecnólogos, há uma restrição de disciplinas [na comparação com a faculdade tradicional], que também são flexíveis. Isso significa que o conteúdo é sempre atualizado de acordo com as demandas do mercado. As aulas garantem profundidade, de forma que o estudante com curso tecnólogo é rapidamente inserido no mercado", lembra Helen.

A outra diferença, segundo Andréia, é que o curso técnico é reconhecido por ordens de classe, ou seja, o técnico é certificado e pode ter um registro, como o do CREA.

Situação do mercado

Em abril deste ano, foram criadas mais de 3 mil vagas de emprego, sendo que, dessas, a maioria (58,45%) foram ocupadas por técnicos, analistas e assistentes. Isso significa que o mercado de trabalho está valorizando mais os profissionais com curso técnico.

O aumento das oportunidades criadas no ano passado reflete o bom momento financeiro protagonizado pelas organizações brasileiras. De acordo com recente estudo do Serasa, as companhias nacionais registraram, no ano passado, a maior rentabilidade da década. Em fevereiro último, o setor que mais criou vagas foi o industrial, respondendo por 26,51% dos 3.018 postos de trabalho.

Demanda

A coordenadora do ETEP Carreiras explica que não existe uma área que se sobressai, com relação às oportunidades de emprego, de maneira unificada em todo o País. "Depende muito da região onde o aluno está inserido", garante. No Vale do Paraíba (SP), especificamente, os destaques são as áreas de mecânica, mecatrônica, informática e web design. O motivo é que o foco da economia local está nas indústrias.

Helen exemplifica as peculiaridades de cada região: um fenômeno que é observado nas regiões metropolitanas é a expansão das empresas de serviços, que estão garantindo muitas ofertas de trabalho. Entretanto, em São José dos Campo-SP, embora tenha havido crescimento do setor de serviços, a tendência não foi sentida. "O mercado da região gira muito em torno das indústrias".

O salário médio de um profissional com formação técnica fica entre R$ 1 mil e R$ 1,3 mil. Ao entrar como estagiário, a média salarial varia de R$ 600 a R$ 650.

Fonte: UOL


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Pesquisa revela melhores dias para procurar emprego

Por Renata Virgínia, com informações do G1
www.administradores.com.br



Segundo pesquisa, 60% das oportunidades de emprego são cadastradas às quintas e sextas-feiras. O estudo foi realizado em agosto pelo setor de Monitoramento e Avaliação do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT) da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo.

Segundo o supervisor do setor de Captação de Vagas dos CATs, Cleber Alves, os dois últimos dias da semana são os que oferecem as melhores chances, portanto, isso mostra que a segunda-feira não é o melhor dia para procurar emprego, como muitos pensam. Porém, mesmo não sendo o melhor dia, 25% (do total da semana) da procura por empregos são feitas na segunda, que ainda é o dia com maior número de registros.

Além de saber o dia certo, é importante também manter o currículo sempre atualizado, pois estando bem organizado e com informações corretas, claras e objetivas, ele consegue se destacar no meio de muitos currículos.

A procura por emprego deve ser tratada como um trabalho, dedicando tempo e energia para isso. A busca pode ser feita em sites e empresas especializadas e também em jornais e até em conversas entre amigos e familiares. O importante é estar sempre atento e não deixar passar uma boa oportunidade.