Nunca se falou tanto em escolas de ensino a distância como agora. Parece que o temor do desconhecido e o preconceito foram colocados de lado e as empresas e até mesmo as instituições vêm olhando para o EAD com bons olhos. Num país tão grande quanto o nosso, onde escolas e faculdades não chegam a todos os lugares, o ensino a distância é muito importante para a democratização do conhecimento.Alguns anos atrás, o temor de muitos era que o ensino piorasse e que os alunos de cursos presenciais migrassem para os não-presenciais. Tolo engano, hoje se vê que a situação não é bem assim, já que a implantação dos cursos a distância exige tecnologia, infra-estrutura especial e formação de mão-de-obra qualificada. A intenção destes cursos é atuar em áreas ainda inexploradas e inacessíveis, facilitando a vida de muitos que precisam estudar e por algum motivo não tem o tempo necessário para enfrentar aulas em faculdades presenciais.
São várias as universidades federais que se renderam e já oferecem pelo menos um tipo de curso, seja ele graduação ou pós-graduação. O governo federal também está investindo nesse meio e o seu projeto chama-se “Universidade Aberta do Brasil”.
A história do EAD no mundo
Quem pensa que a idéia é nova, engana-se, os cursos a distância já existem desde 1890, na Alemanha e desde 1881 na Universidade de Chicago, que oferecia um curso da língua hebraica por correspondência. Há documentos comprovando que já no início do século XX existiam produções de filmes educacionais e também transmissões radiofônicas, todas nos Estados Unidos.
No Brasil essa prática - para surpresa de muitos - só chegou com força em 1937 com a criação do Serviço de Radiodifusão Educativa, do Ministério da Educação; o esquema era trazer aulas no rádio que eram acompanhadas por material impresso. A primeira empresa particular a trazer o serviço de ensino a distância foi o Instituto Monitor, que desde 1939 já atendeu mais de 5 milhões de pessoas.
O Instituto Universal Brasileiro (quem não conhece?), que foi criado em 1941, até hoje tem uma quantidade imensa de alunos por correspondência que aprendem novas profissões por meio de material impresso e, recentemente, fitas de vídeo. Com o foco na formação técnica, o IUB, que atualmente conta com 200 mil alunos, já atendeu durante toda a sua história mais de 4 milhões de pessoas.
Estes dois, o Instituto Monitor e o Instituto Universal Brasileiro, foram os únicos que sobreviveram com suas empresas desde o começo e estão ativos até hoje. Isto prova que a fórmula sempre deu certo. Com a chegada da televisão, em 1948, logo surgiram novas chances de transmitir conhecimentos e em 1965 o poder público criou a TV Educativa. Em 1997, foi criada a Fundação Roberto Marinho que, em 1980 colocou no ar o Telecurso 1º e 2º graus. Em 1995, o nome passou a ser Telecurso 2000, nos dez anos seguintes o curso, que ensina as matérias do ensino fundamental e médio via programas de televisão e apostilas impressas, já formou 4 milhões de pessoas.
Um dos preconceitos relacionados aos cursos a distância era a falta de regulamentação por parte do governo federal, o que foi mudado em 1998, por decreto presidencial, para felicidade de muitos. Assim sendo, em 1999 surgiram os primeiros cursos superiores regidos por lei no Brasil. Hoje são 215 cursos reconhecidos pelo MEC e a maior procura é pelos cursos supletivos do ensino médio.
Você que acabou de ler essa matéria, qual a sua situação diante da nova realidade do mercado de trabalho? Está preparado? É qualificado tecnicamente? Se não, por que não se prepara? Procure -nos na Rua Ramiz Galvão, 83 - Arruda (próximo ao Campo do Santa Cruz) e matricule-se. Se preferir ligar, anote nossos telefones:(81) 3075-8023 - 3072-4043.
Editora EPD Ltda. - Publicações Dirigidas - (81) 9968-4098
Faça sua empresa virar notícia, publique um jornal






0 comentários:
Postar um comentário